A WWE supostamente mudou uma importante política interna em vigor há décadas, mas não é tão simples quanto muitos podem esperar.
Ontem, Bryan Alvarez do Wrestling Observer relatou que a WWE havia feito uma grande mudança em sua política de nomes de lutadores, pois alguns talentos poderão usar seus nomes da WWE depois de deixarem a empresa.
Embora a notícia pareça empolgante no papel e possa ser inovadora para qualquer talento dispensado, um relatório de acompanhamento de Sean Ross Sapp do Fightful Select afirma que as coisas podem não ser tão diretas quanto parecem.
O relatório observa que, nos casos de Dorado e Metalik, a empresa não tem a capacidade de registrar uma marca comercial de um nome que um lutador usava antes de assinar com a WWE e depois usá-lo enquanto estava na empresa, com as estrelas da AEW Adam Cole e Chris Jericho sendo listadas como outros exemplos notáveis. Além disso, estrelas que usaram seus nomes reais ou mudaram legalmente seus nomes legais para seus nomes reais, como Ryback, também estão isentas.
O relatório também observa que apenas nomes completos estão sob a regra de marca registrada e não sobrenomes notáveis, com a Fightful dando o exemplo de que a AEW poderia estrear um personagem com o sobrenome Cena e a WWE poderia estrear um personagem com o sobrenome Ospreay.
O maior equívoco era que os lutadores que recebiam um novo nome na WWE e que fosse registrado como marca registrada não poderiam usar esse nome se fossem liberados, com a Fightful usando o exemplo de que Raj Dhesi não podia usar Jinder Mahal, pois ele nunca lutou como Mahal antes de assinar com a empresa.





