Um novo desenvolvimento no processo movido por acionistas da WWE trouxe à tona acusações de destruição de evidências relevantes contra executivos da empresa, incluindo Paul Levesque e Nick Khan. Conforme reportado por Brandon Thurston, do Wrestlenomics e POST Wrestling, uma moção apresentada pelos autores da ação pede sanções contra os réus, alegando que eles falharam em preservar comunicações importantes.
A moção cita que Vince McMahon, Nick Khan, Paul Levesque, Stephanie McMahon e Brad Blum não conservaram mensagens de aplicativos como o Signal e anotações manuscritas de McMahon, mesmo após terem sido emitidas ordens judiciais para a preservação de tais materiais pela WWE.
O documento aponta Nick Khan como o principal responsável pela perda de evidências, sugerindo que ele teria “liderado” as comunicações via Signal, um aplicativo conhecido por sua função de autoexclusão de mensagens. Os autores da ação alegam que Khan utilizou essa funcionalidade para apagar mensagens que incluíam discussões sobre a fusão da WWE e a investigação sobre má conduta de Vince McMahon.
Além disso, a moção revela uma alegada reunião em dezembro de 2022 entre Vince McMahon, Stephanie McMahon e executivos da Endeavor/TKO, Mark Shapiro e Ari Emanuel. Essa reunião teria ocorrido poucos dias antes de surgirem notícias sobre o desejo de retorno de McMahon à WWE e menos de um mês antes de ele reassumir seu lugar no conselho da empresa. A coincidência temporal levanta questionamentos sobre a colaboração contínua entre Vince e Stephanie McMahon, mesmo após a aposentadoria de Vince.
A moção também menciona correspondências entre McMahon e Ari Emanuel que sugerem a organização de uma reunião em agosto, após a aposentadoria de McMahon, com a participação de ambos, Stephanie e Nick Khan. Não está claro se essa reunião proposta em agosto chegou a ocorrer, ou se tem relação com o encontro alegadamente ocorrido em dezembro.





