A notícia que ninguém queria ler foi confirmada: o calendário da WWE pela América do Sul para 2026 saiu e o Brasil, mais uma vez, ficou de fora. A decisão pegou muitos de surpresa, inclusive Roberto Figueroa, uma das vozes da WWE no país, que esperava um desfecho diferente desta vez por causa da nova gestão da companhia.
Para Figueroa, a decepção é maior porque agora a WWE faz parte da TKO, mesma empresa que cuida do UFC — que realiza diversos eventos de sucesso em solo brasileiro todos os anos.
“Eu tinha muita esperança que esse know-how do UFC no Brasil garantisse um evento da WWE no nosso país, mas infelizmente ficamos de fora”, desabafou Figueroa.
Distantes de um evento no Brasil?
O comentarista destacou dois pontos principais para sua chateação. O primeiro é o carinho pelos fãs, que ele sabe que fariam o esforço de viajar de qualquer capital para São Paulo só para ver as superestrelas de perto. O segundo ponto, porém, é um alerta sobre a visão da empresa com o nosso mercado.
“Se com esse conhecimento que eles têm do UFC, decidiram que o Brasil não poderia fazer parte, significa que ainda estamos muito longe de ter um evento aqui”, analisou.
Figueroa acredita que a decisão passa por uma percepção da empresa de que talvez não houvesse público suficiente, ou que problemas maiores de planejamento impediram a vinda.
“Foi um planejamento feito, tentaram vir e não deu certo. Isso me deixa bastante chateado”.
Enquanto os vizinhos Chile, Argentina, Colômbia e Equador se preparam para receber nomes como Seth Rollins e Cody Rhodes em setembro, resta aos brasileiros torcer pelo sucesso da turnê e esperar que, no futuro, a TKO entenda que o Brasil também merece esse espetáculo.





